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A confiança é uma das bases que mantém as relações humanas. E o mesmo ocorre no mercado de trabalho. Nesse caso, ela é o combustível fundamental. Para tudo o que nós fazemos, é vital termos confiança.

Confiança no mundo corporativo significa, em linhas gerais, não se preocupar quando o trabalho está nas mãos de determinado profissional, quando uma decisão é tomada por determinado gestor ou mesmo quando uma equipe é designada a mudar a trajetória dos resultados.

A questão é simples: se o profissional confia no gestor que tem, dificilmente ele questionará suas decisões ou ficará inseguro na hora de colocá-las em prática. E um líder que confia no profissional não o relegará ao esquecimento e dará a ele a chance de abraçar os desafios que surgirem.

Se a confiança é a base para as relações também no mercado de trabalho, a falta dela pode ser nociva para a carreira e também para a empresa. As consequências são danosas, pois a falta de confiança interfere no clima organizacional e nos resultados. É o custo invisível da empresa.

 

confiança

 

Os sinais da desconfiança para o profissional

Para que os prejuízos invisíveis não se tornem visíveis, o ideal é identificar o quanto antes a falta de confiança. Os sinais que identificam que o líder não confia no profissional são mais claros que aqueles que identificam que o o gestor não é confiável. O gestor, quando não confia no seu subordinado, não dá feedbacks.

O profissional que fica relegado a tarefas mais operacionais e não é convidado a participar de projetos mais desafiantes com o restante da equipe pode ficar atento, pois, nesse caso, o gestor pode não confiar tanto no trabalho dele.

Retirar tarefas do profissional, sem trocar por outras mais difíceis, é um sinal ainda mais claro da falta de confiança.

Até o tom da voz do gestor pode mostrar ao profissional que a base da relação entre eles está trincada. Chamar a atenção na frente das pessoas de modo áspero pode até ser caracterizado como assédio moral. E ele advém principalmente da falta de confiança.

Se a falta de confiança for confirmada, Jane recomenda que o profissional se adiante em conversar com o gestor. Na verdade, essa conversa teria de ser providenciada pela liderança. Mas, se isso não acontecer, o profissional deve conversar e saber os motivos que levam seu líder a não confiar nele.

 

Os sinais da desconfiança para o gestor

Quando um profissional não confia no seu líder, a probabilidade de a equipe inteira ter o mesmo sentimento é grande. Ainda assim, segundo as especialistas consultadas, averiguar essa situação é mais difícil e requer que o gestor conheça bem sua equipe para perceber as mudanças.

E como identificar? Quando o profissional não mostra entusiasmo pelas tarefas que lhe são passadas já é algum indício. Assim como ocorre com os profissionais, os gestores também podem ser isolados pela equipe, quando não existe confiança.

O profissional pode começar a se ausentar, a buscar alianças com outros líderes e colaboradores e até mesmo sanar dúvidas com outros gestores.

Nesse caso, os gestores, quando notarem essa falta de confiança de seus subordinados, conversem com eles e verifiquem o que pode mudar. Somente com a conversa é possível sanar esse tipo de problema.